A personalidade do Voo Rubro
Clube de Futebol dos Falcões Miguelenses
Tudo começa com a falência do São Miguel Futebol Clube em 1978 (não confundir com o Desportivo São Miguel), que, historicamente, era o 2º clube da cidade. Com isso, o antigo clube fora dividido em dois: o Falcões, comandados por Heitor Cardoso, ficaram com os profissionais e parte das instalações, adotando, além disso, o mascote do antigo clube como nome e também suas cores, herdando também a majoritária parte da torcida - o restante, junto ao estádio Cidadão Ferreira, se tornou o Miguelenses, hoje na quinta divisão.
Heitor Cardoso é uma figura de extrema importância para a equipe, liderando a equipe como presidente de 1978 até sua morte, em 1994. Sua figura é alvo de críticas ainda assim, já que também foi vereador de São Miguel e é acusado de favorecer seu clube por diversas oportunidades.
Apesar do São Miguel ser indiscutivelmente o maior clube da cidade mais populosa do país, o Falcões tem uma rivalidade ferrenha e violenta com o Casa Azul - outra coisa herdada do antigo S.M.F.C..
A estrela negra presente no escudo é uma homenagem ao elenco de 1998, que, naquele verão, sofreu um fatal acidente de ônibus quando viajavam para uma partida contra o Boa Terra, válido pela Taça das Federações daquele ano. Apenas 3 membros da comissão técnica e 4 jogadores sobreviveram ao evento, com apenas um deles voltando aos gramados. Após o incidente, uma coalisão de clubes decidiu por emprestar jogadores a custo zero para que a equipe pudesse se recuperar, e isso foi feito - o único time a não emprestar jogadores ao Falcões dentre os grandes foi o Casa Azul.